Pet Shop Boys Elysium album cover

 

Following Pet Shop Boys‘ performance today at Wimbledon for day one of tennis at the London Olympics, the pop duo unveiled the album art and tracklist for their 11th studio LP Elysium (out September 18). And it’s quite a sunny display, complete with rays reflecting off crystal clear water at a beach. (No surprise, since this is being touted as the British act’s “L.A. album.”)

“The artwork was designed by [their longtime visual collaborator] Farrow and the version shown here is for the regular single-CD/digital download versions,” notes the Boys’ official site. Meanwhile, double-CD and double-vinyl editions of Elysium containing instrumental versions of all 12 songs — including Olympics-themed single “Winner” — will be made available, as well. Catch the full tracklist below.

Pet Shop Boys, Elysium

1. Leaving
2. Invisible
3. Winner
4. Your early stuff
5. A face like that
6. Breathing space
7. Ego music
8. Hold on
9. Give it a go
10. Memory of the future
11. Everything means something
12. Requiem in denim and leopardskin


Origem do Sobrenome Figueiredo

Figueiredo, do antigo português, é sinônimo de figueiral, e designa lugar onde existem muitas figueiras. (Antenor Nascentes, II, 112). Como laranjal, bananal.
Sua origem como sobrenomes está ligada a uma lenda, ocorrida pro volta do ano 783, pela qual consta que os mouros, de cultura muçulmana, invadiram a Península Ibérica, onde hoje se localiza Portugal e Espanha, e dominaram toda a região. Como tributo de conquista, o Kalifa, rei de Córdova (Espanha), passou a exigir do vencido Mauregato, Rei de Leão, um tributo de 100 donzelas anuais. Inconformados com essa absurda exigência por terem formação cristã, os fidalgos e o próprio povo ibérico ofereciam resistência toda vez que os mouros passavam para cobrar as mulheres, mas sempre era vencidos.
Numa dessas ocasiões, os mouros conduziam seis donzelas para o kalifa e, quando passavam por um Figueiredo (ou figueiral) localizado próximo a Viseu, o fidalgo Goesto Ansur, que se encontrava por ali caçando, investiu contra os muçulmanos e, depois de esgotada a munição, armou-se com um pesado galho de figueira, vencendo-os e restituindo as mulheres à liberdade.
Depois de expulsos os árabes da penínsulas como homenagem por aquele ato de bravura, o fidalgo foi agraciado com o sobrenome de FIGUEIREDO com direito a Brasão de Armas.
Também a localidade onde o fato aconteceu passou a chamar-se Figueiredo das Donas, nome que permanece ainda hoje, localizada na comarca de Viseu, em Portugal. Por extensão, todos os moradores daquela localidade passaram a assinar-se “de Figueiredo” que significava “procedente ou originário de”. Assim, além daquele conferido a Goesto Ansur, o sobrenome Figueiredo passou a ter significado geográfico, alcançado a todos os habitantes daquela localidade.
Embora a partir daquele ato todos os seus familiares passassem a utilizar o sobrenome, a genealogia dessa família só é encontrada pela primeira vez com o quinto neto deste Ansur, de nome Soeiro Martins de Figueiredo, conforme registros datados de 1211 e 1245, ao tempo dos reis de portugal, D. Afonso II e D.Afonso III.
Depois, encontramos na história do Brasil, o nome de Jorge Figueiredo Correia, escrivão da fazenda real, que, em 1535, foi donatário da capitania de Ilhéus, localizada entre a Capitania da Bahia e a de Porto Seguro.
A família à qual pertencia o donatário Jorge de Figueiredo Correia era chamada, em Portugal, de “a dos escrivães da fazenda”, já que três de seus membros desempenham aquele cargo: Henrique de Figueiredo, seu Bisavô, foi escrivão da Fazenda do rei Afonso V e de D. João II. Enquanto Rui de Figueiredo, avô de Jorge, desempenhou a mesma função no reinado de D. Manoel.
Jorge de Figueiredo nunca veio ao Brasil. Administrou sua capitania através de terceiros. Casou-se D. Catarina de Alarcão, e um filho deste casal, Jerônimo Alarcão de Figueiredo, foi pagem de D. João III, o que evidencia a intimidade daquela família com a corte portuguesa.
O primeiro Figueiredo de que se tem notícia que efetivamente desembarcou no Brasil, foi Lourenço de Figueiredo, “fidalgo nos livros d’El Rei”, condenado a degredo na Bahia por haver assassinado um cônego, seu parente. Lourenço aqui chegou em fins de anjo de 1536, trazido pelo donatário Francisco Pereira Coutinho, na companhia de seu filho de 12 anos, Jorge Figueiredo Mascarenhas que mais tarde casou-se com Apolônia Álvares, filha do lendário Diogo Álvares Coréia , o Caramuru,
A partir de então, por ser sobrenome muito comum, tanto em Portugal como na Espanha, muitos Figueiredos vieram para o Brasil aqui se estabeleceram, alguns dos quais citamos:
1. Inácio de Figueiredo (1624 -1668, RJ) que deixou geração de seu casamento com Margarida Pinto, cujo neto José Bernardo de Figueiredo (09.06.1830) casou-se em Recife, com Claudina Gonçalves da Silva, deixando muitos descendentes.
2. Cap. Luiz de Figueiredo Leitão, nascido a 04.03.1687, na Freguesia de N. Sra Da Conceição de Monchique, comarca de Vila Nova de Portimão, distrito de Faro, Portugal. Antiga família de Minas Gerais, com ramificação no Rio de Janeiro, de onde descende o ex-presidente João Batista de Oliveira Figueiredo (15.01.1918, Rio, RJ). Presidente da República de Brasil Período de 1979 a 1985. Uma Ramificação desta família (Figueiredo Leitão) teve por descendente José Joaquim de Figueiredo Neves, que foi juiz ordinário em Rio Pardo – RS, onde também foi fazendeiro. Deixou geração de seu casamento a 13.10.1800, em Rio Pardo, com Francisca Ermelinda de Andrade. Um de seus filhos José Joaquim de Andrade Neves, foi agraciado por D. Pedro II com título de Barão do Triunfo, por ter participado com bravura na denominada campanha do Paraguai.
3. Patrício Manoel de Figueiredo, de Origem portuguesa, foi nomeado Capitão de Infantaria com a Incumbência de proteger um dos terços da cidade de Rio de Janeiro, em 1736. Neste Posto, assumiu interinamente o Governo da Capitania de Santa Catarina, em Desterro, em substituição ao Brigadeiro José da Silva, de 25 de agosto de 1743 a 25 de janeiro de 1744. No seu período governamental, a Vila da Laguna foi desmembrada da capitania de São Paulo e unida à do Rio de Janeiro, subordinando-se, assim, à Ilha de Santa Catarina.
4. José Marcelino de Figueiredo, Capitão Regente de Voluntários reais de Portugal, nasceu em 1735, em Trás-os-Montes, Portugal. No período compreendido entre 16.03.1769 a 14.06.1774, foi nomeado Governador da Província de S. Pedro(hoje, Rio Grande do Sul). Além de responsável pela transferência da capital gaúcha de Viamão para P.Alegre, também iniciou o povoamento da região localizada ao sul de P. Alegre. Dirigiu a retomada da cidade de Rio Grande, à época invadida pelos espanhóis.
5. Nessa época., por volta de 1736, nascia na Vila de Paranaguá, então subordinada ao Bispado de São Paulo, ANTÔNIO RODRIGUES DE FIGUEIREDO que se casou em Laguna com Anastácia da Silva, natural de Enseada de Brito Florianópolis. O casal estabeleceu-se em Ribeirão Pequeno/Laguna, constituindo-se num de seus primeiros habitantes. Teve oito filhos, dentre os quais Domingos Rodrigues de Figueiredo. (V. Doc Fls.37 e 38). Uma sua neta, de nome Jesuína Joana de Jesus, filha de José Rodrigues de Figueiredo e Joana Maria de Jesus, casou-se Antônio José de Figueiredo, irmão de nosso Bisavô. Mais adiante, um trineto desse Antônio, de nome Antônio Manoel Luiz de Figueiredo, filho de Manoel de Figueiredo e Maria da Glória, casou-se com uma irmã do nosso avô, Petronilha Carolina de Jesus. Os descendentes deste casal, foram apelidados de “Glória”, nome herdado de Maria da Glória, sogra de Petronilha, pessoa de personalidade marcante. Ex. Ana “Glória”, cujo nome real era Ana Figueiredo, Sebastião “Glória”, Pedro “Glória”, …
Portanto, além de duplamente aparentados por afinidade, os Rodrigues de Figueiredo e os descendentes de Joaquim José de Figueiredo (que gerou a nossa família), travaram estreita amizade, realizaram negócios e conviveram por longo período, conforme farta documentação. (V. fl. 36) – declaração em que nosso avô compra “huma varanda e hum monte de engenho”de Bernarda Maria, viúva de Luiz Rodrigues de Figueiredo).
Tiveram várias propriedades no Ribeirão Pequeno, Madre e Parobé. Eram alfabetizados – coisa rara na época – e dispunham de algum recurso. Eram ligados à pecuária, assim como os nossos ascendentes e, com toda a certeza, tiveram perdas, saqueadas para abastecer as tropas Farroupilha que invadiram Laguna em 1839.
Seus descendentes foram se estabelecendo nas localidades vizinhas como: Jaguaruna, Imaruí, Passo do Gado, Araranguá, Morrinhos (terra Natal de Anita Garibaldi), etc…Depois, parece terem se concentrado mais em tubarão, em fase de crescimento da vila pela construção da ferrovia.
Dois deles, Luiz Rodrigues de Figueiredo e Luiz Rodrigues de Figueiredo permaneceram no Ribeirão Pequeno, conforme comprovam documentos de terras de época.
6. Pedro Américo de Figueiredo e Melo (29.04.1843, areias PB). Consagrado pintor, desenhista e professor do Império. Um dos maiores pintores nascidos no Brasil, protegido de D. Pedro II. Dentre tantas obras, pintou o famoso quadro que ficou conhecido como “Fala do Trono”, em que aparecem, D. Pedro II, políticos influentes da época, além de personalidades como D. Tereza Cristina, a Princesa Isabel e o Conde D’Eu. Outros quadros não menos famosos, inspirados em temas históricos, são: O grito do Ipiranga, Batalha do Avaí e Paz e Concórdia. Casado em 1869, em Lisboa, deixou descendência no Rio de Janeiro.
7. O provável “parente” Franscisco Antônio de Figueiredo, em 10 de Janeirode 1823, assinou a “Ata de Ratificação de Juramento da Independência”, reunião social que naquela data se realizou em Laguna, em meio à conturbada crise política que atravessava a nação brasileira nos dias que antecederam a independência. Todavia perdeu-se no tempo o liame de ligação com a nossa linhagem.
8. Antônio Pedro de Figueiredo, em 1848/1850, participou da revolução Praieira que eclodiu no Nordeste em defesa do Federalismo e expulsão dos portugueses. Nas páginas da revista Progresso, Antônio Pedro de Figueiredo publicou artigos que apontavam a concentração de terras nas mãos de uns poucos proprietários como um dos grandes males da província. A Praieira deriva de um jornal liberal, cuja sede ficava na Rua da Praia, no Recife, onde Originou o movimento.
9. Afonso Celso de Assis Figueiredo, Visconde de Ouro Preto, filho de João Antônio Afonso e D. Maria Magdalena de Figueiredo, Ministro do Império que no dia 24.031884, com a presença do Imperador D.Pedro II, Família Imperial e todo o Ministério, inaugurou o Museu da Marinha, visando a perpetuar as grandes conquistas navais da Marinha Brasileira.
Como titular da Pasta da Marinha, o então deputado Afonso Celso Integrou 3° gabinete, em 1866, constituindo-se num dos grandes construtores da vitória brasileira contra o Paraguai.
10. Identifique, na Internet, Militão Vieira Figueiredo, informa que seu avô, de mesmo nome, morava no agreste baiano, numa cidade que hoje é conhecida como Raso da Catarina. Frequentemente dava pousada para o cangaceiro Virgulino Ferreira, o Lampião.
11. José Deeke, um escritor que visitou as colônias alemãs no Brasil, descreve em documento de época, os constantes conflitos existentes entre colonos e índios, ocorrido na colonização de Blumenau, na segunda metade de 1905. Em determinado trecho, o autor refere a um “novo e sanguinolento” festim (massacre) realizado pelos índios botocudos, no Campo dos Figueiredo, na fronteira oeste de Blumenau.
Evidente, não se buscou esgotar a pesquisa sobre os Figueiredos existentes no Brasil, o que seria absolutamente impossível, dado o elevado número de famílias com esse sobrenome. Fizemos estas citações apenas a título de ilustração e curiosidade. Afinal, basta abrir jornais, ouvir noticiários, acessar Internet para se ter uma idéia do elevado número de pessoas com este sobrenome.
Para concluir, e para que se entenda a dificuldade encontrada para estabelecer parentesco num sobrenome tão comum, esclarecemos que somente no período compreendido entre 1872 e 1897, a imigração brasileira registrou o ingresso de 128 imigrantes com sobrenome Figueiredo e mais 35 Figueiredo, todos de origem portuguesa, espanhola, e italiana.
Em tempo: Em set/1999, viagem pelo Nordeste, observei por curiosidade que havia no guia telefônico de Salvador, cerca de 700 verbetes Figueiredo e uns 300 Figueiredo. Consta que em o i é a palavra traduzida para o espanhol. Procurei constar conforme o registro. Contudo, os documentos mais antigos, tanto na nossa linhagem como nos Rodrigues, são escritos sem i. (V.Dctos. às pás. 36, 37 e 38).
Nos casamentos de nosso avô (civil e religioso) consta Figueiredo, mas todos os seus filhos foram registrados sem o i, conforme certidões.
Obs. 2: Eupharásio, Eufrázio ou Eufrásio? – Nos casamentos de nosso avô (fls.34 e 35), consta Eufrázio. Mas ao Passar para o sobrenome dos filhos, virou Euphrásio. Assim, João Euphrásio de Figueiredo,…
Texto extraído do ESTUDO DA ÁRVORE GENEALÓGICA DA FAMILIA FIGUEIREDO. Autor: GERALDO FIGUEIREDO


Novo Set – Smoth And Slow

Ola amigos,

Depois de muito pesquisar e ver que a maioria dos sites para compartilhamento de trabalhos em MP3 estão desativados, estou testando esse plug-in no meu próprio blog.

Espero que funcione…. meu novo trabalho, um Set de 1h e 30m só de músicas selecionadas.

 

Track List:
Cruisin – Gwyneth Paltrow
Time Won’t Pass Me By – Daryl Hall & John Oates
What You Wont Do For Love – Bobby Caldwell
Don’t Cha Wanna Ride – Joss Stone
Mercy Mercy Me (The Ecology) – Boyz II Men
Wonderfull – Aretha Franklin
Ecstasy – Mario Biondi
Sexual Healing – Sarah Connor ft. Ne-Yo
I Keep Forgettin’ – Michael McDonal
Never Too Much – Mary J. Blige
Too Hot – Kool And The Gang Ft. Lisa Stansfield
What Cha’ Gonna Do for Me – Chaka Kahn
Two Hearts – Stephanie Mills
Can’t Get Enough of Your Love – Taylor Dayne
P.D.A. (We Just Don’t Care) – John Legend
Ain’t No Stoppin’ Us Now – Nate James
Try My Side (Of Love) – Chi-Lites 118.7 5:52 A m
I.G.Y – Donald Fagen
What A Fool Believes – Neri Per Caso
I Wanna Know – Joe
La La La(Means I love you) – Swing Out Siste
Breeze On By – Donny Osmond


Ativar a Linha do tempo do Facebook é um caminho sem volta

Retornar ao modelo anterior da rede é impossível e você deve tomar cuidado com as fraudes que prometem o contrário.

Ativar a “Linha do tempo” no Facebook é uma escolha não aconselhada para quem se arrepende. (Fonte da imagem: Reprodução / Facebook)

Lembra-se de quando rolavam boatos de que o Orkut seria pago? Para garantir a utilização gratuita, você deveria fazer alguns truques, atualizar a página e tudo mais. Isso, obviamente, não passava de uma fraude e parece que, mais uma vez, membros de uma grande rede social estão sendo alvo de brincadeiras virtuais.

O caso agora é com o Facebook. Recentemente, a rede disponibilizou a migração dos participantes para um novo tipo de perfil chamado “Linha do tempo”, no qual você vê a sua página no serviço de um jeito bem diferente do que estava acostumado. Quando o recurso é ativado, uma mensagem avisa que, caso opte por publicá-lo, isso é um caminho sem retorno. E é bom que você acredite nisso.

O fato é que muita gente tem se aproveitado da situação para ganhar audiência de internautas ávidos por devolver à sua conta a aparência que consagrou o Facebook como um dos sites mais visitados no mundo. Eles fazem isso prometendo que, se “clicar aqui” ou “acessar ali”, você consegue reaver o visual antigo. Não acredite, pois isso é mentira.

O pessoal do Inside Facebook encontrou 16 páginas fraudulentas ligadas ao assunto “Linha do tempo”, reunindo, ao todo, mais de 71 mil “curtir”. A página mais bem-sucedida foi curtida por aproximadamente 19 mil pessoas. Enquanto o Facebook não remove essas páginas, que violam as políticas do site, é bom que você tome cuidado. Denunciar uma página é um bom método de ajudar a combater essa prática.


Conheça mais a alga nori

Nori

Nori são folhas finas e secas, feitas à partir da desidratação de algas comestíveis da espécie Porphyra (Algas Vermelhas). As folhas de nori são amplamente utilizadas em pratos da culinária japonesa, especialmente os enrolados como hossomakis e uramakis, sushis, oniguiri (bolinhos de arroz), como cobertura em obentôs, além dos temakis muito apreciados no Brasil.

O nori possui uma cor esverdeada ou avermelhada, o que depende da espécie de alga empregada na sua fabricação, e costuma ser utilizado inteiro, esfarelado ou cortado em pequenas tiras misturados ou polvilhados por cima da comida.

PRODUÇÃO DO NORI

Produção do Nori

Atualmente a produção do nori envolve uma técnica muito avançada de agricultura. Ela é feita em “fazendas” à beira do mar onde a alga Porphyra cresce presa à redes suspensas na superfície da água. As plantas crescem com muita rapidez demorando cerca de 45 dias até a primeira colheita. Uma única semeadura pode produzir diversas colheitas, a intervalos de 10 dias apenas.

A colheita é feita utilizando colhedores mecânicos de vários portes, e após a colheita passa por um processo que termina com a geração de uma folha fina, seca, de aproximadamente 18×20 cm e pesando 3 gramas.

A maioria das algas é produzida na China e no Japão, sendo que a China produz apenas um terço do total produzido pelo Japão. No Japão, a principal produção ocorre numa região chamada Baía de Ariake, na ilha de Kyushu. A produção dessa e de algumas outras algas é responsável por mais de 98% da produção marinha do Japão desde 1984. O cultivo da Porphyra emprega 16.800 trabalhadores e em 1998 produziu mais de 10 milhões de folhas de nori, o equivalente a quase 400 toneladas do produto fresco.

VALOR NUTRITIVO

Alga Porphyra

O valor nutritivo do nori é inestimável! A alga é rica em proteína, cálcio, ferro, vitamina A, B e C, além de conter duas vezes mais proteína do que algumas carnes. São também excelentes fonte de iodo, mineral muito importante no funcionamento da glândula tireóide. São ricas em carotenos, podendo ter um efeito protetor contra a mutação de certas células cancerígenas.

Outras vantagens do nori é conter baixo nível de gordura e calorias (perfeito pra quem está fazendo regime) e alto teor de fibras, facilitando assim todo o processo digestivo. O consumo regular de algas pode ajudar a combater a anemia e contribuem para a saúde dos sistemas endócrino e nervoso resultando em cabelos fortes e saudáveis, pele suave e tolerância ao stress. As algas também possuem importante papel nas doenças cardiovasculares, pois são efetivas na redução do colesterol e ajudam na prevenção da arteriosclerose e da hipertensão, pois fortalecem as paredes arteriais.

Uma das razões pelas quais as algas são tão nutritivas é devido às condições de crescimento ideal dentro dos oceanos. Vivendo num ambiente marinho as algas têm livre acesso à abundância de nutrientes encontrados no mar. As correntes submarinas liberam nutrientes para as algas e carregam para longe os resíduos das plantas. Como resultado, as algas marinhas concentram mais minerais que são raramente encontrados nas plantas terrestres.

No Japão, há uma grande quantidade de algas que são cultivadas com métodos e processamento industriais inadequados, comprometendo assim a qualidade de seus nutrientes essenciais. Para que as algas possam manter altos valores nutricionais é necessário que sejam cultivadas em seu habitat natural e devem ser colhidas em oceanos profundos (livre de poluição) e processadas por métodos tradicionais. Por isso sempre certifique-se de que a alga que você comprar ou consumir em um restaurante, seja de boa proveniência.

CURIOSIDADES

1) No País de Gales, o nori é usado para fazer uma espécie de pão.
2) O Japão é o país que mais consome algas e lá elas são classificadas através de um padrão de qualidade, da mesma forma como é feito com carne e laticínios nos EUA.
3) A primeira referência à alga data do século VIII.
4) No começo, o termo nori era utilizado para vários tipos de algas.
5) Uma outra alga possui um nome similar: aonori (ou ao-nori) e é preparada a partir da planta Monostroma e Enteromorpha, sendo normalmente usada como tempero em refeições como o okonomiyaki e yakisoba.

retirado do site: http://sushikinews.wordpress.com/2011/08/02/conheca-mais-a-alga-nori/

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