The Biggest Swimming Pool in the World

Posted on setembro 4, 2010
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Take a deep breath before you try swimming a lap in the swimming pool at the San Alfonso del Mar resortin Chile. The San Alfonso del Mar resort is situated on Chile’s southern coast, 100 km west of Santiago.

Already drawing the crowds in the South American resort of San Alfonso del Mar in Chile, this artificial lagoon and swimming pool is eight hectares in size and contains an incredible 250,000 cubic meters of water. Acknowledged by Guinness World Records as being the world’s largest swimming pool, the lagoon trounces all other record holders in the category, including the Orthlieb pool in Casablanca, Morocco, itself a huge 150 meters by 100 meters – the San Alfonso pool is 1km in length.

The revolutionary clear water artificial lagoons, transparent to a depth of 35 meters and unprecedented in design and construction methods, are the brainchild of Crystal Lagoons founder, biochemist and Chilean businessman Fernando Fischmann. Equivalent in size to an incredible 6,000 standard domestic pools, details of its technology are to be unveiled for the first time at Cityscape Dubai later this month.
The lagoon, cost an estimated $US1.5 billion ($1.74 billion) to build.

The water in summer is kept at 26 degrees Celsius, around nine degrees warmer than the chilly Chilean ocean. For you to fully enjoy your luxurious vacation.

The man-made lagoon is so large that resort guests make use of small boats and kayaks to ferry around the pool.

But don’t worry about having to clean the pool.

The lagoon technology can “harvest, filter and permanently recirculate ocean water,” according to the Chilean biochemist Fernando Fischmann who heads Crystal Lagoons Corporation, the company which developed the technology.

While there is plenty of room to swim in the pool, visitors can also cruise across the lagoon on small boats.

The pool took five years to build, cost nearly £1billion and the annual maintenance bill will be £2million. It can harvest, filter and permanently recirculate ocean water by itself.

The man-made saltwater lagoon has been attracting huge crowds to the San Alfonso del Mar resort at Algarrobo since it opened last month. Its turquoise waters are so crystal clear that you can see the bottom even in the deep end.

I have decided where to go on my vacation next! I just have to pick the right hotel in this resort.  Just kidding, any would do just fine.

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O fim do conhecimento

Posted on julho 7, 2010
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Atom Simonite e Michael Le Page, da New Scientist

Armazenamos nossos dados em formatos digitais cada vez mais frágeis e efêmeros. Se a energia acabar, podemos perder grande parte deles.

No 15º dia do mês XI, Vênus desapareceu no oeste, e por três dias ficou longe no céu. No 18º dia do mês XI, Vênus tornou- se visível no leste.” O que é notável sobre estas observações de Vênus é que elas foram feitas cerca de 3 500 anos atrás, por astrólogos da Babilônia. Nós as conhecemos porque uma tábua de argila com essas observações, conhecida como a Tábua de Vênus de Ammisaduqa, foi feita 1 000 anos mais tarde e sobreviveu desde então praticamente intacta. Hoje, ela pode ser vista no Museu Britânico, em Londres.

Nós, é claro, temos conhecimentos jamais sonhados pelos babilônios. Não nos limitamos a observar Vênus de longe, enviamos naves até lá. Nossos astrônomos agora observam planetas que orbitam sóis alienígenas e desafiam limites do tempo e do espaço, voltando até mesmo ao início do próprio universo. Nossos industriais estão transformando areia e óleo em máquinas cada vez menores e mais sofisticadas, uma forma de alquimia mais maravilhosa do que qualquer alquimista jamais sonhou. Nossos biólogos estão experimentando com receitas para a própria vida, ganhando poderes antes atribuídos somente aos deuses. No entanto, à medida que adquirimos conhecimentos cada vez mais extraordinários, também os armazenamos em formas cada vez mais frágeis e efêmeras. Se nossa civilização se encontrasse em apuros, como todas as outras que vieram antes, quanto disso tudo iria sobreviver? Evidentemente, se deparássemos com uma catástrofe que acabasse com todos os seres humanos, como um gigantesco asteroide, isso seria irrelevante. Mesmo se outra espécie inteligente evoluísse na Terra, quase todos os outros traços da humanidade teriam desaparecido há muito tempo.

Vamos supor, no entanto, um evento menos cataclísmico, em que muitos edifícios permanecessem intactos e um número suficiente de pessoas sobrevivesse para reconstruir a civilização depois de algumas décadas ou séculos. Suponha, por exemplo, que o sistema financeiro global desmorone, ou um novo vírus mate a maioria da população do mundo, ou uma tempestade solar destrua a rede de energia da América do Norte. Ou suponha que haja um declínio lento decorrente de um aumento brusco nos custos de energia, agravado por desastres ambientais. A crescente complexidade e interdependência das sociedades está tornando as civilizações cada vez mais vulneráveis a tais eventos.

Ingrediente secreto

Seja qual for a causa, se a energia dos computadores que armazenam a maior parte do conhecimento da humanidade hoje fosse cortada, e se as pessoas parassem de cuidar deles e dos edifícios em que eles estão abrigados, e se as fábricas deixassem de produzir novos chips e discos, por quanto tempo todo o nosso conhecimento sobreviveria? Quanta informação os sobreviventes de um desastre como esse seriam capazes de recuperar, décadas ou séculos depois? Mesmo na ausência de qualquer catástrofe, a perda de conhecimento já é um problema. Estamos gerando mais informações do que nunca, e armazenando-as em meios cada vez mais transitórios. Muito do que está sendo perdido não chega a ser essencial — as gerações futuras provavelmente vão sobreviver sem as fotos e vídeos que você perdeu quando seu disco rígido morreu —, mas uma parte é. Em 2008, por exemplo, verificou-se que os Estados Unidos tinham “esquecido” como fazer um ingrediente secreto das ogivas nucleares chamadas Fogbank. Registros adequados não haviam sido mantidos e todo o pessoal chave se aposentou ou deixou a agência responsável. O fiasco acabou acrescentando 69 milhões de dólares ao custo do programa de renovação da ogiva.

Se ficarmos sem energia por um período prolongado, o legado da humanidade dependerá em grande parte do disco rígido, a tecnologia que funciona como memória funcional de nossa sociedade. Tudo está nos discos rígidos, em geral localizados em salas cheias de servidores conhecidas como data centers. Os discos rígidos nunca foram destinados ao armazenamento de longo prazo, portanto não são submetidos aos testes usados para estimar a vida útil de formatos como o CD. Ninguém tem certeza de quanto tempo eles vão durar. Kevin Murrell, do museu nacional da computação, no Reino Unido, ligou recentemente um disco rígido de 456 megabytes que tinha sido desativado desde o início de 1980. “Não tivemos nenhum problema para extrair os dados dele”, diz.

Os discos modernos podem não se sair tão bem, no entanto. A densidade de armazenamento em discos rígidos hoje é de mais de 200 gigabits por polegada quadrada, e continua subindo rápido. Embora hoje os discos tenham sistemas sofisticados para compensar falhas em pequenos setores, em geral quanto mais dados você armazena num material, mais você perde quando partes dele são degradadas ou danificadas. “Os discos modernos ainda estão em julgamento. Só saberemos daqui a 20 anos”, diz Murrell.

A maioria dos dados importantes é salva como backup em formatos como fitas magnéticas ou discos ópticos. Infelizmente, muitos desses formatos não duram nem cinco anos, diz Joe Iraci, que estuda a confiabilidade da mídia digital no Canadian Conservation Institute, em Ottawa, Ontário. Os testes de “envelhecimento acelerado” de Iraci, que normalmente envolvem a exposição da mídia a calor e alta umidade, mostram que a mídia mais estável é o CD gravável com uma camada reflexiva de ouro e uma camada de tintura ftalocianina. “Se você usar esse disco e gravá-lo bem, acho que poderia durar mais de 100 anos”, diz ele. “Se optar por outra mídia, provavelmente está olhando para uma janela de cinco a dez anos.”

O drives de memória flash, que são cada vez mais comuns, são ainda menos resistentes que os discos rígidos. Não está claro por quanto tempo eles preservam os dados, mas um fabricante adverte os usuários a não confiar neles para mais de dez anos. E, embora algumas tecnologias de memória possam ser mais estáveis que a memória flash, o foco está no aumento da velocidade e da capacidade, e não na estabilidade.

Naturalmente, as condições em que a mídia é armazenada podem ser muito mais importantes do que sua estabilidade inerente: unidades guardadas em locais secos e frescos vão durar muito mais que aquelas expostas ao calor e à umidade. No entanto, poucos data centers são projetados para manter essas condições por muito tempo se a energia for cortada.

Fitas com lagarto

A sobrevivência física dos dados, no entanto, é apenas o início da saga para recuperá-los, como os entusiastas da exploração espacial Dennis Wingo e Cowing Keith descobriram. Eles lideram um projeto baseado no Ames Research Center da NASA, em Moffett Field, Califórnia, para obter imagens de alta resolução de antigas fitas magnéticas. As fitas contêm dados brutos enviados para a Terra pelas cinco missões Lunar Orbiter em 1960. Na época, apenas imagens de baixa resolução podiam ser retiradas. As fitas foram embaladas em plástico, colocadas em caixas metálicas magneticamente impermeáveis e permanecem em bom estado. Mas, para obter os dados brutos, a equipe teve de recuperar antigos drives de fita guardados por um ex-funcionário da NASA. Esse foi o maior desafio, diz Cowing. “Havia um lagarto vivendo dentro de um deles.” Depois de recuperar os dados brutos, só foi possível convertê-los a uma forma utilizável após uma busca de três meses para descobrir um documento com as equações de “demodulação”.

Se hoje é preciso um grupo de entusiastas com recursos financeiros abundantes e muitos meses para recuperar os dados de algumas fitas magnéticas bem preservadas, imaginem as dificuldades que os sobreviventes do pós-catástrofe enfrentariam. Muitos dados hoje em dia são criptografados ou legíveis apenas usando um software especial. E num data center que ficasse intocado por 20 ou 30 anos, alguns drives teriam de ser desmontados para recuperar seus dados, diz Robert Winter, engenheiro sênior da Kroll Ontrack Data Recovery em Epsom, Surrey, Reino Unido, que em 2003 resgatou os dados em um disco rígido do ônibus espacial Columbia.

No pós-catástrofe, a falta de recursos — de pessoas, competências, equipamentos — pode ser um obstáculo muito maior do que a perda física de dados. Mas será que a perda da maior parte dos dados armazenados em discos rígidos realmente importa? Afinal, muito do que herdamos de civilizações do passado é de pouca utilidade prática: a Tábua de Vênus de Ammisaduqa, por exemplo, em grande parte contém apenas bobagens astrológicas. Da mesma forma, uma considerável parcela do que enche os servidores hoje também parece dispensável.

Mesmo o valor de muitos dados científicos é questionável. De que adiantaria conhecer a sequência do genoma de humanos e outros organismos, por exemplo, sem a tecnologia e as habilidades necessárias para explorar esse conhecimento? Com alguns experimentos científicos atuais gerando petabytes de dados, preservar tudo já está se tornando um grande desafio. A vasta quantidade de material será um problema para qualquer um que tente recuperar o que eles têm de importante: embora seja fácil encontrar um livro numa biblioteca, não há como ter certeza do que está num disco rígido sem navegar por ele.

Além do mais, aquilo que sobrevive por mais tempo não é necessariamente o mais importante. Quanto mais cópias há de um conjunto de dados, maiores as suas chances de sobrevivência, descoberta e recuperação. Alguns dados são muito copiados porque são úteis, como sistemas operacionais, mas na maioria das vezes o critério é a popularidade. Isso significa que as versões digitais de músicas populares podem sobreviver muitas décadas: ou seja, o Abba pode chegar ao topo das paradas de sucesso no século 22, novamente. No entanto, há muito menos cópias de livros e manuais e plantas contendo o conhecimento especializado que pode ser mais importante para quem estiver tentando reconstruir a civilização, como técnicas para manipular o ferro ou produzir antibióticos.

Talvez a perda mais importante ocorra depois de meio século, quando engenheiros, cientistas e médicos sobreviventes começarem a sucumbir à velhice. Suas competências e conhecimentos fariam toda a diferença na hora de encontrar informações importantes e colocar máquinas-chave para trabalhar novamente. As fitas da NASA, por exemplo, foram restauradas com a ajuda de um engenheiro aposentado que trabalhara em sistemas semelhantes.

A força do papel

Um século depois de uma grande catástrofe, pouco da era digital sobreviveria além do que está escrito em papel. “Mesmo o pior tipo de papel pode durar mais de 100 anos”, diz Season Tse, que trabalha com conservação de papel no Canadian Conservation Institute. O mais antigo livro em papel data do ano 868 d.C., diz ele. O item foi encontrado numa caverna no noroeste da China, em 1907. Desde que os livros não sejam utilizados como combustível, ou como papel higiênico, eles vão durar centenas de anos, frágeis e desbotados, mas legíveis. Novamente, porém, os volumes mais populares têm mais chances de sobreviver. Imagine arriscar sua vida explorando ruínas perigosas em busca de sabedoria antiga só para encontrar uma pilha de revistas Playboy escondidas há muito tempo.

Não é só o que sobrevive, mas as escolhas daqueles que virão depois que, em última instância, decidem qual será o legado de uma civilização. E aqueles que decidem são mais propensos a escolher o útil do que o trivial. Assim, a maioria dos nossos conhecimentos científicos e tecnológicos pode ser redescoberta e reinventada, mais cedo ou mais tarde. Caso contrário, os maiores legados da nossa época podem ser best-sellers como Citações do Presidente Mao e O Senhor dos Anéis.

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O curioso manual de uma TV 3D

Posted on abril 16, 2010
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SÃO PAULO – “Tenha cuidado para estar ciente do mundo ao seu redor”. O aviso poderia estar em qualquer manifesto ecológico, numa propaganda política ou até mesmo em discurso de James Cameron. Mas está, acredite, na abertura de um manual de instruções de uma TV 3D. Mais precisamente, no guia da série 8000 da Samsung, que chegou esta semana no laboratório de testes da INFO. No início, confessamos, não demos tanta atenção àquelas solitárias folhas de papel que se encontravam na mesma mesa do televisor, ao lado da tela e sem brilho; porém, tais linhas reservavam informações no mínimo curiosas sobre a interação tridimensional. É o caso da continuação da primeira sentença, que pede para o usuário não utilizar a TV “próximo a escadarias abertas, sacadas ou outros objetos nos quais é possível tropeçar, topar e bater, ou que podem quebrar ou cair”. A recomendação ocorre, segundo a Samsung, pelo fato dos vídeos tridimensionais serem capazes de ocasionar uma série de efeitos colaterais, incluindo náusea causada por movimentos, efeitos secundários relacionados à percepção, orientação, pressão ocular e estabilidade postural. E os maus sintomas descritos não param por aí. Alguns espectadores podem, de acordo com o manual, “sofrer um ataque epilético ou infarto quando forem expostos a determinadas imagens da televisão ou videogames”. Para os autores do documento, as imagens em 3D são tão poderosas e tão reais que não é recomendado assisti-las quando o espectador se sentir com sono, cansado ou doente, pois podem deturpar a realidade e “assustar”. Mulheres grávidas, idosos, epiléticos e pessoas que sofrem de problemas físicos graves (não especificados) também devem evitar o uso, bem como aqueles que se encontram embriagados. Mesmo as pessoas saudáveis, bem dispostas e sóbrias encontram algumas restrições para o uso da TV 3D. Isso porque não é bom abusar da prática tridimensional, já que os olhos podem se secar e mostrar sinais de fadiga, antecedendo, talvez, algum mal estar mais incômodo. Caso não queira ter problemas, o espectador deve alterar sua rotina visual, como descreve o manual de instruções: “Faça pausas frequentes para minimizar o potencial desses efeitos, conforme é sugerido para outros itens como teclados e monitores de computador”. Depois disso, deve se posicionar em uma distância três vezes superior à altura da tela, ao nível da mesma.

INFO
O curioso manual de uma TV 3D
TV 3D da Samsung, série 800: um assombroso manual revela os perigos das imagens tridimensionais

A Samsung ainda recomenda que as pessoas com histórico de epilepsia ou infartos consultem um médico especialista antes de usar a função 3D. Por fim, há uma recomendação bem, digamos, específica, que pede para o usuário não usar o óculos 3D para outras finalidades, como óculos de sol e óculos de proteção - algo que não seria esteticamente bem aceito na sociedade atual, convenhamos. Mas, e aí, vai uma TV 3D?

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Miroirs Duplicates Directory or Folder Structure Without Moving Original Files

Posted on janeiro 30, 2010
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Occasionally you may want to create the same directory structure without moving all the files from its original location. Instead of creating them one by one manually followed by files deletion that is prone of error, why not let this tiny utility to handle all for you. Named as Miroirs, it allows users to transfer directory or folder structure with options to either carry all the files resided in its folders/subfolders or only the folders structure.

Once install and launch the utility, users will be brought to a simple interface. Basically there is not many option available and users will able to browse for original folder, known as Template Directory where the original folder structure can be cloned and copied to a new Target location without any users’ intervention. Besides allowing easy folder structure transfer, there are also options for users to choose if they intend to clear target location to give way for the new folder structure completely or not to do so. On top of this, users can specify whether to copy all files from original location to newly created target location and simply tick on the selections will enable respective functions depending on own preference. Once selected, just click on ‘Create’ button and you can expect the process with new folder structure creation within seconds.

Consumed less than 500kB, Miroirs is compatible with Windows XPVista and even Windows 7 that can effectively duplicate your folder structure in other drives without yourself going through the hassle. If you merely want to delete folder contents while maintaining folder tree structure, the tip that we mentioned earlier could be a good alternative.

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How to Disable Cached Logins to Domain Controller in Windows

Posted on janeiro 27, 2010
Filed Under Microsoft, Sistema Operacionais, Software, Windows 2008, Windows 7, Windows Vista, Windows XP | Leave a Comment

When the Active Directory (AD) domain controller is unavailable to authenticate and validate user account, whether because the client computer is not connected to the domain’s network, or the domain controller is down, user still can log on to the computer as the user’s logon information is cached, allowing access to network resources that do not require domain validation.
If a domain controller is unavailable and a user’s login information is cached, the user will be prompted with a dialog that says:

A domain controller for your domain could not be contacted. You have been logged on using cached account information. Changes to your profile since you last logged on may not be available.

For some reasons, administrators or management may want to enforce the rule where login request to the client computer must always be authenticated and validated by domain controller, it’s possible to reduce and even eliminae the number of cache logins that Windows saved to 0 (zero).
By default, all versions of Windows, including Windows 7 and Windows Vista remember 10 cached logons except Windows Server 2008 and Windows Server 2008 R2, which remembers 25 cached logins instead. Through system registry, user can change the number of previous logon attempts that a server will cache, with the valid range of values for this parameter is 0 to 50. A value of 0 turns off logon caching and any value above 50 will only cache 50 logon attempts.

To change the cached logons value, follow these steps:

Run Registry Editor (RegEdit).

Navigate to the following registry key:

HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Microsoft\Windows NT\Current Version\Winlogon\

In the right pane, right click on blank space, and create a New String Value (REG_SZ) registry value named CachedLogonsCount.

Note: Skip this step is “CachedLogonsCount” is already defined.

Set the CachedLogonsCount with a value between 0 and 50, both inclusive, which represents how many previous login credentials the system should remember.

To disable cached logins, set the value data to 0 (zero).

With caching disabled, the user is prompted with this message when attempting to login without a domain controller in sight:

The system cannot log you on now because the domain is not available.

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